Backoffice do Baliza — dashboards, mapa e gestão (Fase 5). Rodar (a partir da raiz do repositório): core/.venv/Scripts/python -m shiny run backoffice/app.py --reload LOGIN pelo mesmo Supabase Auth do app de campo. O **tenant vem do usuário autenticado**, não de um seletor: enquanto era seletor, qualquer pessoa com acesso ao processo via todos os vistoriadores. O que cada perfil vê aqui espelha o que vê no resto do sistema — gestão é só do admin do vistoriador, e não existe admin de plataforma. As consultas correm **em nome do usuário logado**: a conexão assume o papel `authenticated` e publica as claims do JWT, como o PostgREST faz, de modo que as políticas de RLS valham. O filtro de tenant no código (`core.analytics` e `core.gestao` exigem `vistoriador_id`) continua lá — agora como segunda barreira, não como única.

Vistorias

Taxa de aprovação

Laudos emitidos

IA sem revisão

Parecer por recorte
Não-conformidades mais frequentes
Distribuição da frota por comprimento (m)
Frota por material do casco
Onde as vistorias aconteceram

Cada ponto é a média das coordenadas das evidências daquela vistoria — capturadas no local, com GPS do aparelho. Vistoria sem evidência georreferenciada não aparece: ponto inventado num mapa é pior que ponto ausente. Os portos entram como referência.

Produtividade por responsável técnico
Cobertura por UF
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